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sexta-feira, 21 de março de 2025

Sintomas e Tratamento da Dor Femoropatelar

 A dor femoropatelar é uma desordem musculoesquelética caracterizada pela presença de dor ao redor ou atrás da patela durante atividades como o subir e descer degraus , permanecer muito tempo sentado, agachar, saltar e correr.

O início dos sintomas pode ser lento ou se desenvolver de forma aguda, porém está comumente associado ao aumento repentino da realização de atividades que aumentam a sobrecarga na articulação femoropatelar.

Esse contexto de dor pode levar à diminuição de:

  • realização de atividades físicas;
  • da qualidade de vida;
  • do bem estar pscicológico.

Algumas pessoas podem apresentar a cinesiofobia ( evitar o movimento por medo de dor ou lesão) e castrofobia da dor ( cognições ou emoções negativas exageradas à dor real ou percebida).

A avaliação e o tratamento adequado dessa desordem são importantes para a melhora da qualidade de vida dessas pessoas.

Como o tratamento fisioterapêutico pode auxiliar?

O tratamento fisioterapêutico inclui diversas formas de intervenções:

  • Exercícios: são a base do tratamento, onde inicialmente são direcionados apenas para a musculatura do joelho, porém evidências recentes destacam a importância do fortalecimento das musculaturas do quadril e tronco;
  • Educação do paciente: a educação do paciente quanto à patologia é essencial no tratamento , tendo por objetivo aprimorar o entendimento do paciente sobre seu problema, fazendo com que ele saiba os movimentos fundamentais e os que devem ser evitados em cada fase do tratamento;
  • Retreinamento do padrão de movimento: é uma forma de reabilitação que se baseia nos princípios básicos de controle motor para gerar mudanças nos padrões de movimento durante atividades funcionais, com o objetivo final de reduzir a dor;
  • Tratamentos adjuntos: algumas intervenções podem ser benéficas apenas quando défcits específicos forem identificados, não sendo o " carro- chefe" do tratamento.

O diagnóstico da dor femoropatelar é complexo, sendo necessário o conhecimento aprofundado da sua característica clínica e histórico da doença. Após o diagnóstico, o fisioterapeuta utiliza de ferrramentas de avaliação para moldar a abordagem fisioterapêutica de forma personalizada ao seu paciente.

Com base nos objetivos traçados e em conjunto com as preferências do paciente, o fisioterapeuta utilizará as intervenções com eficácia comprovada para atingir os resultados esperados.


LOB FISIOTERAPIA

domingo, 29 de janeiro de 2023

Dor Crônica. o que é e como a Fisioterapia pode ajudar no tratamento.

       
 A dor crônica é caracterizada como aquela dor que dura mais de 3 meses após seu início e é maior que 1 mês após a resolução de uma lesão tecidual aguda acompanhada de uma lesão que não se cura. Pode vir acompanhada de diferentes patologias, como o câncer, hérnia de disco, lesão ligamentar, dor neuropática, fibromialgia entre outras. 
    A dor crõnica pode causar diversos sintomas como o cansaço, alerações no sono, diminuição do apetite, perda do paladar, onde pode gerar depressão e ansiedade, interferindo na qualidade de vida e nas atividades da vida diária. Seu tratamento está na utilização de fármacos segundo orientação médica e temos a fisioterapia como grande auxílio para a melhora da dor, onde utilizamos técnicas manuais e exercícios onde melhoram sua amplitude de movimento, alongamento muscular, fortalecimento , auxiliando assim sua coordenação motora, melhora sua flexibilidade fazendo que com isso, tenha uma melhora nas suas ações de atividades de vida diária.
 

quinta-feira, 15 de outubro de 2020

Síndrome da banda Iliotibial.




Uma patologia com nome complicado para algumas pessoas, mas muito comum em muitos indivíduos!
A banda iliotibial é uma extensão da fáscia que reveste os músculos glúteo máximo e tensor da fáscia lata, está localizada lateralmente à coxa até o joelho. Durante a flexão e extensão do joelho, esse tendão desliza se sobre o côndilo femoral lateral, causando atrito, se repetitivo, em corredores pode causar irritação e inflamação levando a dor localizada cerca de 2 cm acima da linha articular do joelho, o joelho estando a 30 graus de flexão. Essa dor aumenta tornando se mais severa , levando a crepitação e edema local. 
Em alguns casos o indivíduo apresenta história de bursite trocantérica e dor ao longo da crista ilíaca e também discrepâncias nos comprimentos dos membros.
Em uma avaliação postural, observamos encurtamento dos isquiostibiais e do quadríceps, joelhos varo, pronação excessiva e encurtamento do tendão de aquiles.
Quais são os fatores de risco e mecanismo da lesão?
Geralmente em corredores , há uma hsitória de técnica inapropriada de treinamento, que podem incluir corrida em superfícies irregular, como acostamentos de vias, calçadas em declives ou a corrida de longa distância sem um preparo gradativo. Os sintomas se desenvolvem geralmente em atletas que não seguem o plano adequado e um programa de alongamento muscular.
Quais são as considerações para a reabilitação?
Inicialmente é direcionado para a redução da dor e inflamação, onde oriento a utilização do gelo local, repouso e recursos terapêuticos como o uso do ultrasom. A reabilitação deve se basear na correção dos fatores biomecãnicos causadores do problema, incluindo se também  os alongamentos. Caso necessário, a orientação do uso de uma palmilha para correçaõ da pronação.
Lembarndo se que essa patologia não acomete somente atletas e corredores, mas qualquer indivíduo que tenham os fatores causadores associados, como os jovens, adultos e também os idosos.

O impacto que a dor crônica trás ao paciente.

A dor crônica é invisível. Mas o impacto que ela causa é profundamente real. Um estudo qualitativo com pessoas que convivem com dor crônic...