Sou apaixonada pela fisioterapia, com um olhar aguçado para o atendimento de alto padrão, especialmente no cuidado domiciliar. Com experiência no ramo, me dedico a criar conteúdos ricos e estratégicos para o público que busca um atendimento diferenciado, como por meio da LOB Fisioterapia. Procuro conciliar as necessidades específicas dos pacientes com o que há de mais moderno na área de fisioterapia.
quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026
Fisioterapia Oncológica no Pós-Operatório de Câncer de Cabeça e Pescoço: Nova Evidência Científica Mostra Redução da Dor e Melhora da Função do Ombro.
quarta-feira, 15 de outubro de 2025
Laserterapia e o Tratamento de Fraturas: o que mostram as evidências científicas mais recentes.
Um estudo publicado em 2025 no PubMed analisou os efeitos da fotobiomodulação (laserterapia de baixa intensidade) na consolidação de fraturas, reunindo resultados de diversas pesquisas experimentais em modelos animais. A revisão e meta-análise investigou como o laser pode influenciar a regeneração óssea, a qualidade do calo ósseo e o tempo de cicatrização.
Principais achados
Os resultados mostraram que o uso do laser promoveu melhorias significativas na formação do calo ósseo, aumento da vascularização local e maior organização das fibras colágenas, especialmente nas fases iniciais da cicatrização.
Radiograficamente e histologicamente, observou-se aceleração do processo de consolidação e melhor alinhamento ósseo.
Contudo, a meta-análise também destacou que, embora haja tendência positiva em todos os estudos, nem todos os resultados biomecânicos (como a resistência final do osso) mostraram diferenças estatisticamente significativas. Isso indica que os efeitos do laser são fortemente influenciados pelos parâmetros de aplicação.
Parâmetros utilizados nos estudos
Os protocolos mais eficazes observados foram aqueles que utilizaram:
Comprimento de onda: entre 660 e 830 nm (vermelho e infravermelho próximo)
Densidade de energia (dose): entre 4 e 20 J/cm² por ponto
Potência média: de 40 a 100 mW
Tempo de aplicação: de 30 segundos a 2 minutos por ponto
Frequência de tratamento: geralmente 3 a 5 vezes por semana, nas primeiras 2 a 3 semanas após a fratura
Esses parâmetros favoreceram uma resposta bioestimulante sem causar efeitos térmicos indesejados. A fotobiomodulação age estimulando mitocôndrias e cascatas celulares de reparo, aumentando a síntese de ATP e a atividade de osteoblastos células responsáveis pela regeneração óssea.
O papel da LOB Fisioterapia Domiciliar
Na LOB Fisioterapia Domiciliar, acompanhamos de perto os avanços científicos e utilizamos recursos como a laserterapia de baixa intensidade de forma segura, personalizada e com protocolos baseados em evidências.
O tratamento domiciliar permite um acompanhamento contínuo da recuperação, reduzindo dores, acelerando o retorno funcional e promovendo uma cicatrização óssea mais eficiente e confortável para o paciente.
#FisioterapiaDomiciliar #Laserterapia #Fotobiomodulação #TratamentoDeFraturas #ReabilitaçãoOrtopédica #lobfisioterapia
Referência
WANG, S. et al. The effect of photobiomodulation therapy on fracture healing: a systematic review and meta-analysis of animal studies. Photomedicine and Laser Surgery, v. 43, n. 2, p. 85-98, 2025. Disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/40016554. Acesso em: 15 out. 2025
sábado, 22 de março de 2025
Entenda a Fascite Plantar: Tratamento e Prevenção
A fascite plantar é um processo crônico degenerativo que envolve a produção de microlesões na aponeurose plantar a partir do esforço repetitivo, induzindo uma resposta de peparo.
Indivíduos apresentam espessamento e formação aumentada de tecido fibrótico na aponeurose plantar, como necrose de colágeno, metaplasia condroide e calcificação.
A fascite plantar é causada por um mecanismo degenerativo, e não inflamatório.
Existem alguns fatores intrínsecos e extrínsecos que favorecem o aparecimento da fascite plantar, que são eles:
- Fatores Intrínsecos :
São as características do próprio paciente, como a obesidade, pé cavo, pé plano, amplitude de dorsiflexão diminuída e encurtamento dos músculos do tríceps sural;
- Fatores Extrínsecos:
Dizem respeito ao ambiente, tipo de calçado, solo e características de atividade física.
Ao exame físico o profissional irá observar a presença de limitações de dorsiflexão, edemas, atrofias, hiperestesia ou disestesias de tornozelo, palpação dolorosa em calcâneo e fáscia plantar, avaliar o alinhamento dos pés, ângulo da marcha e qualidade e altura do arco plantar.
Um fator importante em se observar seria o IMC do paciente, onde o alto índice em indivíduos não atléticos, prática de corrida e atividades de suporte de peso com má absorção de choque, também são fatores de risco para o desenvolvimento de fascite plantar, devendo ser identificados.
A fascite plantar não apresenta dor irradiada.
Sintomas da fascite plantar
A compressão nervosa pode ser fator contribuinte para a dor plantar, principalmente a compressão do nervo medial plantar ou do ramo motor do nervo plantar lateral, sendo assim, pacientes apresentam dor após iniciar a descarga de peso sobre os pés, tanto pela manhã, após acordar, ou depois de grandes períodos de descanso tendendo a diminuir após alguns minutos e retorna enquanto o dia prossegue.
Fisioterapia na fascite plantar
- Utiliza- se o gelo para aliviar a inflamação e dor local, já o calor pode ser utilizado nos mpusculos tensos para promover melhor fluxo sanguíneo rico em oxigênio e nutrientes para a área afetada.
- repouso e modificação das atividades;
- alongamento;
- perda de peso;
- liberação miofascial;
- uso de tapping;
- cinesioterapia.
Lembrando que o tratamento deverá sempre ser individualizado e respeitando cada fase de tratamento e dor do paciente.
LOB FISIOTERAPIA
quinta-feira, 20 de março de 2025
Lombalgia e Fisioterapia
domingo, 12 de maio de 2024
Cessação do Tabagismo: A Importante Atuação da Fisioterapia.
O tabagismo é considerado um grave problema de saúde, afetando diversos sistemas do organismo, como o respiratório, cardiovascular, musculoesquelético e neurológico. A fisioterapia contempla a prática clínica em todas essas áreas.
O sucesso na cessação depende de vários fatores, entre eles a abordagem profissional adequada e constante, o esclarecimento preciso e claro das dúvidas dos tabagistas, o reforço dos benefícios provenientes, tanto para o tabagista quanto para com os que com eles convivem, e também para o meio ambiente.
O tabagismo é considerado uma doença crônica não trasmissível, porém, está associado a um risco aumentado de morte por doenças transmissíveis. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o consumo de tabaco é responsável pela morte de cerca de 6 milhões de pessoas em todo o mundo a cada ano, com muitas dessas mortes ocorrendo prematuramente. E 600 mil delas ocorrem pelos efeitos do fumo passivo.
A Assembleia Mundial da Saúde estabeleceu um alvo global de redução do uso do tabaco no intuito de reduzir mortes prematuras. O objetivo global acordado é uma redução relativa de 30% na prevalência do consumo de tabaco em pessoas com mais de 15 anos de idade. A definição desse objetivo não só fornece um contexto para o desenvolvimento de políticas e programas de ações para atingir essa meta, mas também oferece aos políticos um acompanhamento do progresso na consecução do objetivo ao longo do tempo.
Considerado como a principal causa evitável de morbidade e mortalidade no mundo, o tabagismo desde 1992 é considerado uma doença ( CID-10), catalogada pela OMS como " desordem mental de comportamento em razão da síndrome da dependência à nicotina".
O tabagista apresenta um complexo mecansimo de dependência que envonvem componentes químicos, comportamentais e piscicológicos.
As ações medicamentosas da nicotina são, em geral, imprevisíveis, pois se fazem, ao mesmo tempo, sobre vários sistemas efetores, ações estimulantes e depressoras sequenciais e dose-dependentes.
O fisioterapeuta apresenta peculiaridades que permitem uma ampla atuação na intervenção ao tabagismo, como contatos frequentes com o paciente por períodos prolongados e não raro individualizados. Ou seja, o atendimento fisioterapêutico, com frequência, ocorre por diversas vezes na semana, por períodos de, em média, 1 hora ou mais e por longos períodos de acompanhamento (meses ou até anos), características bem específicas desses profissionais. Na atuação de outros profissionais da área da saúde, dificilmente se nota um contato tão frequente com os pacientes. É atribuição do fisioterapeuta, como dos demais profissionais da saúde, promover atendimento e cuidado visando à prevenção de doenças. Assim, contribuir com a cessação tabagística pode ser considerada uma ação com essa finalidade. Todas as áreas de atuação da fisioterapia beneficiam-se com a cessação do tabagismo, visto que o cigarro afeta múltiplos sistemas no organismo.
Áreas de atuação do fisioterapia no paciente tabagista.
Fisioterapia em Pneumologia
O sistema respiratório é intensamente prejudicado pelo tabagismo. A inalação da fumaça do cigarro causa danos diretos no transporte mucociliar, que é considerado o principal mecanismo de defesa do sistema respiratório, podendo ocasionar maiores chances de infecções. O sistema respiratório é intensamente prejudicado pelo tabagismo. A inalação da fumaça do cigarro causa danos diretos no transporte mucociliar, que é considerado o principal mecanismo de defesa do sistema respiratório, podendo ocasionar maiores chances de infecções.
O fisioterapeuta é um dos profissionais com contato mais intenso com os pacientes no contexto de reabilitação cardiopulmonar. Assim, a conduta do fisioterapeuta respiratório com o tabagista deve levar em consideração as alterações apresentadas e contemplar técnicas para a redução dos sintomas clínicos.
Fisioterapia em cardiologia.
O consumo do tabaco é um dos principais fatores de risco para o desenvolvimento das doenças cardiovasulares, levando a aterosclerose e doenças isquêmicas coronarianas por meio do processo de lesão do endotélio arterial, da alteração do perfil lipídico, da redução da função vasodilatadora e do aumento dos níveis de inflamação sistêmica. Fumar ocasiona a liberação de catecolaminas que causam aumento da frequência cardíaca após o fumo e, a longo prazo, promove piora das respostas do sistema nervoso autônomo (SNA), inclusive durante e após o exercício físico. Esses fatores podem estar relacionados com arritmias cardíacas e até com morte súbita. Desse modo, o fisioterapeuta, inserido nessa área, deve-se manter atento para níveis de frequência cardíaca, pressão arterial e respostas fisiológicas inadequados durante sua conduta. A fisioterapia exerce um grande papel nos períodos de pré e pós-operatório de cirurgias cardiovasculares. Nesse sentido, a cessação do tabagismo torna-se imprescindível, a fim de evitar complicações tanto para o preparo para cirurgias quanto para a recuperação no período pós-cirúrgico. Assim, o paciente em tratamento fisioterapêutico nessa área deve ser alertado sobre prejuízos desencadeados pelo tabagismo no sistema cardiovascular, do alto risco de reincidências de eventos cardíacos e do impacto do cigarro em seu tratamento.
Fisioterapia em Uroginecologia.
Sabe-se que a ação do monóxido de carbono no organismo promove extenso prejuízo na oxigenação dos tecidos, inclusive dos órgãos sexuais, que são vastamente vascularizados e comprometidos com a ação do cigarro. Essa alteração pode promover impotência sexual e diminuição da sensibilidade desses órgãos, impactando diretamente a vida sexual de tabagistas.
Alguns estudos vêm demonstrando que os sintomas respiratórios ocasionados pelo tabaco, como a tosse, podem piorar os quadros de incontinência urinária, sobretudo em fumantes com cargas maiores do que 20 cigarros por dia. Vale ressaltar que a mulher apresenta maior susceptibilidade à dependência do tabaco.
Outro aspecto importante a ser abordado é o tabagismo durante a gravidez, o qual provoca danos tanto para a mãe quanto para o feto e está diretamente relacionado a partos prematuros, mortes perinatais e fetos abaixo do peso. Além disso, estudos demonstram a influência do tabagismo no desenvolvimento do sistema nervoso fetal. Também existem evidências demonstrando que fumar aumenta o risco de infertilidade e a dificuldade em engravidar. O tratamento fisioterapêutico é essencial pois inclui etapas educativas no tratamento de gestantes fumantes, esclarecendo todos os malefícios para a saúde da mulher.
Fisioterapia em Neurologia.
A nicotina atinge o cérebro rapidamente. Essa toxicidade prejudica a circulação cerebral e pode estar relacionada à incidência e ao agravo de diversos tipos de demência, como Alzheimer e tumores cerebrais, e ao aumento do risco de AVC.
Os efeitos tóxicos do cigarro podem interferir de forma direta no tratamento fisioterapêutico, visto que algumas das consequências do uso contínuo do tabaco no sistema nervoso incluem declínio no processamento da linguagem, prejuízo na memória visual e verbal e na função motora global, dificuldade de aprendizado e até atrofia cerebral. A atuação do fisioterapeuta no aconselhamento do indivíduo tabagista mostra-se importante para minimizar esses comprometimentos e otimizar a terapia nesse âmbito.
Fisioterapia em Ortopedia Desportiva.
Uma importante alteração que afeta diretamente o sistema muscular é o aumento de carboxemoglobina circulante, devido à exposição ao monóxido de carbono, um dos principais componentes da fumaça do cigarro. Esse processo desencadeia uma diminuição importante da oxigenação tecidual, o que pode levar a maior fadigabilidade e diminuição da força muscular. O sistema esquelético também apresenta alterações nos tabagistas. Estudos demonstram que o tabagismo promove uma desmineralização óssea que pode ocasionar maiores chances de fraturas. Esse dano é atribuído à alteração da absorção de vitamina D, à elevação de níveis de cortisol e à diminuição nas atividades dos osteoclastos. Esses fatores associados reduzem a densidade óssea, aumentando os riscos de fraturas. Indivíduos fisicamente ativos e atletas podem ter prejuízos significativos em seu desempenho caso façam uso de tabaco. Desse modo, as alterações demonstradas nessa área em particular são de extrema importância, visto que uma das principais ferramentas de tratamento da fisioterapia é o exercício físico e seus consequentes efeitos no sistema musculoesquelético.
Independente da idade, parar de fumar acarreta benefícios para a saúde!
A cessação do tabagismo é uma fase em que o usuário necessita de apoio individual, além de estratégias que o auxiliem a se manter em abstinência. Pesquisas que avaliaram os efeitos da prática regular de exercício físico em tabagistas mostraram uma redução dos sintomas de abstinência do fumo, da fissura e da ansiedade, além de uma melhora da falta de concentração e do controle do ganho de peso, o que facilita as tentativas de abandono e o sucesso na cessação. A forma como o exercício pode aliviar os sintomas de abstinência e o desejo de fumar está relacionado a hipóteses afetivas, biológicas e cognitivas, e esses mecanismos podem ser variáveis de acordo com diferentes tipos de exercícios. Por exemplo, no mecanismo biológico, os estudos relatam que o exercício de alta intensidade pode aumentar as β-endorfinas na corrente sanguínea, o que faz com que o indivíduo se sinta relaxado e obtenha melhora de seu bem-estar. Todo e qualquer tabagista que queira iniciar a prática regular de exercício físico, estando ou não em processo de cessação, deve passar por testes pulmonares e funcionais e ter a supervisão de profissionais capacitados durante a realização da atividade.
Conclui- se que o fisioterapeuta tem importante atuação junto ao paciente tabagista, orientando, com o foco nos benefícios que o indivíduo terá a curto, médio e longo prazo, como:
- melhora dos níveis de pressão arterial e frequência cardíaca;
- melhora na respiração e circulação sanguíneas;
- redução do risco de diversas doenças;
- melhora no hálito;
- aumento na capacidade ao exercício;
- melhora na qualidade de vida em geral.
O fisioterapeuta, juntamente ao tabagista, pode traçar um plano de ação para todo o processo de cessação. Cabe ao fisioterapeuta orientar e acolher o paciente durante esse momento delicado. Deve-se sempre questionar sobre os sintomas da síndrome de abstinência, a intensidade das fissuras, e ressaltar que esses sintomas são esperados e passageiros, sempre reforçando os benefícios que o paciente vai obter com a cessação do tabaco.
segunda-feira, 28 de dezembro de 2020
Osteoartrose
A osteoartrose é definida como um distúrbio degenerativo do osso que causa dano a cartilagem na articulação ao redor dela. Inicia se com um processo inflamatório e possível destruição secundária. Essas alterações geralmente são encontradas em áreas de sustentação de peso, como o quadril, joelhos e coluna. São de formas progressivas e quando não tratadas ou colocadas em maior estresse, o processo degenerativo torna se mais rápido. Em atletas, algumas articulações podem ser mais comprometidas devido ao gesto esportivo. Uma mecânica articular alterada, causada por frouxidão ou traumas anteriores, também são fatires de risco a serem considerados. Alguns fatores de risco que desencadeia o aparecimento da osteoatrose são:
- Obesidade: Pela definição da Organização Mundial da Saúde, obesidade é o excesso de gordura corporal, em quantidade que determine prejuízos à saúde. Uma pessoa é considerada obesa quando seu Índice de Massa Corporal (IMC) é maior ou igual a 30 kg/m2 e a faixa de peso normal varia entre 18,5 e 24,9 kg/m2. O aumento de peso corporal sobrecarrega as articulações gerando aumento de peso sobre as articulações;
- Má Postura: Uma postura incorreta gera um estresse sobre as articulações;
- Sedentarismo: O sedentarismo aliado a perda de força muscular e perda de massa magra, gera uma fraqueza muscular proporcionando assim o estresse sobre articulações;
- Traumas: um trauma em alguma articulação pode levar a um processo inflamatório, dor, falta de movimento, gerabdo assim fraqueza muscular e estresse sobre a articulação.
Porém, não ocorrem somente em atletas, mas em todos os indivíduos. O processo de envelhecimento é um processo normal, onde todos iremos passar. Sendo assim, devemos ter a consciência de um trabalho corporal visando a manutenção e profilaxia de patologias.
Como a fisioterapia pode ajudar ?
A fisioterapia atua em todas as fases do tratamento, como na profilaxia, como na reabilitação. Na profilaxia podemos atuar na manutenção da força muscular, diminuição do estresse sobre as articulações, melhora na postura. Durante a fase de tratamento atuamos para melhorar o quadro álgico e inflamatório e devolver a função do membro acometido da melhor forma possível como o intuito de pormover a melhor qualidade de vida ao paciente.
terça-feira, 8 de dezembro de 2020
Inatividade física durante a pandemia.
Devido a pandemia, temos que ficar em quarentena, e já se foram 9 meses... Muitas pessoas que praticavam atividade física regularmente tiveram que interromper ou adaptar para ser realizada em casa, porém, as que não faziam, foi uma boa desculpa para não realizar mesmo!!
Com o confinamento, muitos em home office, além da inatividade física , vieram também a ingesta de alimentos não saudáveis, isso associados a falta de atividde física, pode ser um gatilho para o surgimento de algumas patologias. Por exemplo, a pessoa sedentária, associando a alimenteação inadequada, trabalho intenso, má postura onde isso pode acarretar problemas na coluna, obesidade, complicações metabólicas e problemas musculos esqueléticos.
Outro fator associado é a risco da pessoa desenvolver o Diabetes, isso torna um fator de risco para desenvolver a forma grave da Covid-19, e quando não bem controlado, as chances de morte são elevadas.
A importância da prática e atividade física:
Segundo a orientação da OMS ( Organização Mundial da Saúde), uma pessoa deverá atingir pelo menos uma recomendação mínima para não ser considerada sedentária, onde a orientação seria que adultos entre 18 e 64 anos, pratiquem por semana 150 minutos de exercício aeróbico moderado ou 75 minutos de alta intensidade. Porém, mesmo uma pessoa ativa não deverá ficar por periodos prolongados sem se exercitar, como passar horas deitado no sofá, ou no computados, a orientação é para que a cada 30 minutos a pessoa levante e realize uma atividade leve de dois a cinco minutos, podendo ser uma caminhada, subir e descer escadas ou qualquer outra atividade qua faça sair da inatividade prolongada.
Por conta disso, pessoas que estão em home office, devem se atentar ao período que permacecem em inatividade, lembrando sempre de se levantar, fazer algum exercício ou alongamento.
Além disso, o confinamento não pode ser uma desculpa para não praticar atividade física, existem muitos exercícios que podem ser realizados em casa não necessitando de nenhum material complexo, como caminhadas dentro de casa ou no condomínio, se possível, subir e descer escadas ou degraus ou mesmo as atividades do dia a dia, como uma faxina, brincar com os filhos e as tarefas de casa.
Eu , particularmente oriento para que as pessoas se mantenham sempre ativas, incluindo alimentação saudável, uma boa noite de sono mantendo sempre uma boa qualidade de vida, para evitarmos assim complicações futuras, tanto metabólicas quanto musculo esqueléticas.
quinta-feira, 15 de outubro de 2020
Síndrome da banda Iliotibial.
domingo, 4 de outubro de 2020
Bandagem elástica como auxílio na drenagem linfática.
| Foto pessoal durante minha reabilitação após entorse de tornozelo. |
A bandagem elástica neuromuscular tem como o objetivo fornecer imput sensorial com a elasticidade similar a pele, aplicada na maioria das vezes em posição de alongamneto. Tem como o principal objetivo habilitar ou reabilitar o ato motor sem limitar o movimento através da ativação do sistema neurossensorial e resposta ao sistema muscular.
Ela geralmente é usada para lesões ortopédicas, mas tem sido muito utilizada nas disfunções de outros segmentos, como o sistema linfático.
A bandagem elástica é composta de 100% de algodão, resistente à água, hipoalergênica e termoadesivo.
| Arquivo pessoal durante minha reabilitação após entorse de tornozelo. |
O sistema linfático está intimamente ligado ao sistema circulatório e possue algumas funções, dentre elas o controle da homeostase macromolecular, absorção de lipídeos, função imunológica e controle dos fluidos teciduais. Ele tem como a principal função a de remover líquidos e proteínas dos espaços intersticiais. Quando essa função está comprometida, há o acúmulo de líquido gerando assim o edema.
A drenagem linfática manual pode auxiliar na melhora desse edema e junto, podemos utilizar a bandagem elástica, sendo assim, mais um recurso terapêutico.
A associação da bandagem elástica com o estitramento cutâneo promove a elevação da pele, promovendo um aumento dos espaços da derme e epiderme, permitindo que haja uma redução na pressão favorecendo que o fluxo linfático desloque se para área de menor pressão.
| Arquivo pessoal durante minha reabilitação após entorse de tornozelo. |
Sendo assim , a bandagem elástica favorece a descompressão de receptores mecânicos dolorosos, levando a diminuição da dor e aumento do movimento linfático, favorecendo assim sua drenagem lifática.
quinta-feira, 1 de outubro de 2020
Os desafios do " home office".
Com a situação em que nos encontramos, frente a pandemia do Covid-19, a necessidade de isolamento a maioria da população trocou seu trabalho presencial para o home office.
Trabalhar em casa apresenta diversos desafios, principalmente com a saúde da postura. Geralmente o trabalho no escritório oferece uma maneira mais ergonômica de cuidar da postura. Muitas empresas adotam a verificação ergonômica associada a ginástica laboral afim de evitar possíveis danos ao indivíduo.
Outra questão é que quando trabalhamos na empresa, levantamos mais, não ficamos muito tempo na mesma posição , evitando assim um estresse maior na coluna vertebral.
Porém, não podemos deixar de nos cuidar, pois em muitos casos não apresentam datas para o retorno de suas atividades laboriais e muitos permaneceram em home office.
Mas como manter a saúde da nossa coluna nesse período?
Algumas dicas são importantes :
- sempre que possível, levante se , mexa se, evitando passar horas na mesma posição onde acarreta danos e estresse na coluna, o simples levantar para tomar água, fazer pequenas caminhadas, alongar- se , respirar, isso é possitivo tanto para a coluna como mantermos nosso retorno venoso evitando assim possíveis complições circulatórias;
Para quem usa no notebook , aqui estão algumas orientações:
- Sentar- se de maneira correta, preferencialmente em uma cadeira onde a coluna vertbral fique apoiada, assim como a coluna lombar, pés apoiados no chão, joelhos e quadril em uma angulação de 90 graus, evitar cruzar as pernas.
- É recomendável o uso de um mouse extra, onde , se possível deverá ser posicionado ao lado sobre uma superfície ou até mesmo apoiado sobre algum objeto, como livro, revista. A altura da tela deverá ficar na altura dos olhos;
- A articulação do cotovelo deverá permanecer em um ângulo de 90 graus, os antebraços apoiados e o punho não deverá ficar apoiado na borda da superfície.
O impacto que a dor crônica trás ao paciente.
A dor crônica é invisível. Mas o impacto que ela causa é profundamente real. Um estudo qualitativo com pessoas que convivem com dor crônic...
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A fisioterapia oncológica acaba de ganhar ainda mais força na literatura científica. Um ensaio clínico randomizado piloto public...





