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terça-feira, 13 de julho de 2021

Covid-19 e fisioterapia.

 


Estamos enfrentando uma pandemia da Covid-19 há mais de uma ano, acarretando interrupções abruptas na vida das pessoas, tendo alterações no trabalho e no seu cotidiano.

Inicialmente após a infecção temos o acometimento respiratório e posteriormente o comprometimento de outros sistemas. Temos também as sequelas da Covid-19 devido a agressão do vírus no epitélio respiratório causando intensa reação inflamatória gerando aumento de fluídos nos alvéolos e presença de trombos na microcirculação pulmonar gerando desconforto respiratório. Além disso, devido o imobilismo ao leito ou somente a falta de prática de exercícios, podemos ter a diminuição de massa magra corporal levando assim a diminuição de força  e trofismo muscular causando perdas significativas na composição corporal acarretando fraquezas, cansaços, fadiga, dispnéia aos pequenos esforços e intolerância ao exercício.

Alguns pacientes podem se recuperar de forma mais rápida após alta hospitalar, porém, outros precisam de cuidados e monitorização durante a prática dos exercícios.

Conclui se então que a Covid-19 é uma doença infecto contagiosa, podendo evoluir com alterações no sistema cardiorrespiratório, necessitando de reabilitação fisioterapêutica através de exerecícios respiratórios e motores com o intuito de manter vias aéres pérvias, melhora no cansaço e SPO2 melhorando assim seu quadro clínico geral.



terça-feira, 8 de dezembro de 2020

Inatividade física durante a pandemia.

 

Devido a pandemia, temos que ficar em quarentena, e já se foram 9 meses... Muitas pessoas que praticavam atividade física regularmente tiveram que interromper ou adaptar para ser realizada em casa, porém, as que não faziam, foi  uma boa desculpa para não realizar mesmo!! 

Com o confinamento, muitos em home office, além da inatividade física , vieram também a ingesta de alimentos não saudáveis, isso associados a falta de atividde física, pode ser um  gatilho para o surgimento de algumas patologias. Por exemplo, a pessoa sedentária, associando a alimenteação inadequada, trabalho intenso, má postura onde isso pode acarretar problemas na coluna, obesidade, complicações metabólicas e problemas musculos esqueléticos. 

Outro fator associado é a risco da pessoa desenvolver o Diabetes, isso torna um fator de risco para desenvolver a forma grave da Covid-19, e quando não bem controlado, as chances de morte são elevadas.

A importância da prática e atividade física:

Segundo a  orientação da OMS ( Organização Mundial da Saúde), uma pessoa deverá atingir pelo menos uma recomendação mínima para não ser considerada sedentária, onde a orientação seria que adultos entre 18 e 64 anos, pratiquem por semana 150 minutos de exercício aeróbico moderado ou 75 minutos de alta intensidade. Porém, mesmo uma pessoa ativa não deverá ficar por periodos prolongados sem se exercitar, como passar horas deitado no sofá, ou no computados, a orientação é para que a cada 30 minutos a pessoa levante e realize uma atividade leve de dois a cinco minutos, podendo ser uma caminhada, subir e descer escadas ou qualquer outra atividade qua faça sair da inatividade prolongada.

Por conta disso, pessoas que estão em home office, devem se atentar ao período que permacecem em inatividade, lembrando  sempre de se levantar, fazer algum exercício ou alongamento.

Além disso, o confinamento não pode ser uma desculpa para não praticar atividade física, existem muitos exercícios que podem ser realizados em casa não necessitando de nenhum material complexo,  como caminhadas dentro de casa ou no condomínio, se possível, subir e descer escadas ou degraus ou mesmo as atividades do dia a dia, como uma faxina, brincar com os filhos e as tarefas de casa.

Eu , particularmente oriento para que as pessoas se mantenham sempre ativas, incluindo alimentação saudável, uma boa noite de sono mantendo sempre uma boa qualidade de vida, para evitarmos assim complicações futuras, tanto metabólicas quanto musculo esqueléticas.

O impacto que a dor crônica trás ao paciente.

A dor crônica é invisível. Mas o impacto que ela causa é profundamente real. Um estudo qualitativo com pessoas que convivem com dor crônic...